Um bicho geográfico

Coitadinha da Anita, não para de coçar os pés. Nossas férias em Floripa foram ótimas, mas trouxemos de lá um souvenir nada agradável, um bicho geográfico. Pra quem não conhece, são pequenas larvas (Larva Migrans) que se enfiltram pela nossa pele e vão fazendo um caminho de dor e ardência.

A cura não é das mais complicadas, basta passar uma pomada chamada Thiabena e manter o local infectado sob rigorosa refrigeração. As minhocas odeiam frio. Faz uns três dias que estamos nessa função. No começo ela chorava de coceira e eu achava que era frescura. Depois vi que o negócio era sério, consultei uns médicos e tratei com Fernergan, Allegra e Berlison porque o caminho ainda não estava evidente, então parecia ser apenas uma alergia de picada de mosquito.

Eu já tive alguns bichos geográficos na época que vivia na Ilha do Mel. Não adianta, praia com cachorro é encrenca brava. Tenho certeza que a Anita pegou essas perebas num belíssimo dia de sol que passamos no Pântano do Sul. E pensar que ela até se enterrou na areia, meodeus!

O mais difícil é convencer uma criança a não coçar as feridas. Mas, estamos indo bem_ com os gritos de ESTÁ COÇANDOOOOOOOOOO mais espaçados a cada dia.

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