A universalidade feminina

Por Ana Emília Cardoso

Mira que cosa más rica.
Tenho três grandes amigas chamadas Daniela. Nome de balaio da geração late 70’s. Bueno, uma é a vermelhinha, Daniela Entrudo, co-autora deste blog; outra Daniela Cedola – agora Tedoldi, explodindo de grávida da segunda filha – e outra, jornalista, Daniela Weber, uma gaúcha que trilhou um caminho inverso ao meu. Saiu de PoA rumo a Curitiba ainda baby e hoje tem seu filhote Pedrito, de um ano e uns 7 ou 8 meses, accordind to her nick on msn.

Eis que um dia, ou melhor uma tarde, estávamos nós quatro em altos papos no msn. Duas em Porto Alegre; Weber tomando leite quente e Cedola-Tedoldi in the UK. Lá pelas tantas, eu, discutindo relacionamento pra variar, perguntei pra Entrudo sobre uma amiga que havia casado e estava tenho problemas com o casório em SP. Ela me respondeu longamente.

Mas, ops. Essa pergunta era pra Cedola, não pra ela. Será que toda Daniela tem uma amiga em SP com problemas no casamento?! É muito engraçado como as histórias se repetem e se assemelham e por isso é tão rico trocar experiências e discutir nossas opiniões_ porque no fundo, no fundo, tudo é tão parecido.

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Uma resposta para “A universalidade feminina

  1. ana, nao so em SP mas sempre temos amigas com problemas no casorio ne? Aqui em Londres tenho duas que nao se resolvem….
    beijos

    ps, e’ uma honra ser sua amiga!! beijos

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